Archive for fevereiro \29\UTC 2008

Angeli

fevereiro 29, 2008

Angeli

Também acho! ;P

fevereiro 29, 2008

Polêmica ontem na fiRRRma: segunda passada, duas professoras sofreram seqüestro-relâmpago na porta do campus Fim do Mundo, saindo do expediente lá pelas 22h30 (um pouco antes da hora que esta que vos bloga laRga). A polêmica não era pelo seqüestro em si: era porque os administradores do estabelecimento sequer se pronunciaram sobre o assunto, que, segundo meus colegas mais assíduos, não é a primeira, não é a segunda, hell, não é nem a décima vez que acontece. Filosofia da fiRma: “quem mandou não parar no estacionamento?” (por sinal, pago, para funcionários e professores, e, claro, alunos).

O entorno do campus Fim do Mundo é, como o nome sugere, Terra de Ninguém. E os meliantes dos arredores já sacaram: precisando de dinheiro? Seqüestra um aluno da instituição — afinal, quem tem um pai que paga pra mais de mil real na escola, tem uns 500 merréis na conta bancária, né? Aliás, segundo as professoras, o comentário dos ladrões/seqüestradores quando sacaram quem eram as suas vítimas: “porra, a gente queria aluno, mas já que pegamos vocês…”

A parte que mais me emputeceu não foi a violência em si, porque, dah!, essa é velha conhecida. Eu, filha de Babbo, jamais cogitei não pagar o absurdo do estacionamento, porque sei que é o famoso barato-que-sai-caro. Também não sou besta e ligo pra Cobra pra dizer que estou saindo, de vidros fechados, prestando bem atenção, etc, etc, etc. Se tiver que acontecer comigo, mentalizo ficar calma, sacar, comprar tudo o que os caras quiserem e rezar, de hoje até sempre, para que fique só nisso.

O que me emputeceu foi a não-reação da bosta da fiRma. O administrador-mor (porque o nome r e i t o r deve ser usado com propriedade e não se aplica no caso) sequer foi falar com as professoras… Sabe? Perguntar se há algo que possam fazer? Ajuda psicológica, como foi, que providências tomar… coisas simples. Não. Os colegas foram lá abracá-las em grupo, os colegas foram pedir providências, mas as otoridades da fiRma tão fazendo de conta que não é com eles (porque, veja, foi fora do estacionamento) e pt saudações.

(…) Bom, eu vou ali almoçar e depois continuo. Mas eu estou PUTADAVIDA!!!

Continuando — mas já sem paciência: o que me impressiona e deprime é a apatia dos meus colegas — nobre exceção aos meus colegas próximos, porque eu não me cerco de toupeiras. Segundo um professor mais amigo, a reação de outros colegas a quem ele expunha a idéia óbvia de um abaixo-assinado demandando providências era o bom e velho, “ah… é assim mesmo… não vai mudar…” Minha sugestão de resposta: “é, e por causa de imbecis como você, vão continuar sendo assim!”

O lado bom da história é que ficamos tão estressados que fomos almoçar num restaurante nordestino do entorno e brindar com una cerveza bem gelada para relaxar. E aí, já viu, conversa e risadas para mais de hora… No dia em que eu não tiver esses colegas próximos inteligentes, divertidos, gentes fina (e, sim, alguns, lindos, hohoho) eu desisto da fiRma…

Hello, my name is

fevereiro 27, 2008

(Disclaimer: 19h17, eu preciso descansar. Vou já já me levantar deste lugar, tomar um banho, comer algo em frente à TV — porque a Cobra não está em casa — e espairecer um pouco, antes que eu confunda Pires de Oliveira com Pratinho de Azeitona. Além do quê, hoje foi dia de faxina, e escrever com um aspirador na casa não é fácil… Então eu preciso escrever. E como estou sem assunto, senta que lá vem besteira. Aliás, isto aqui já é besteira. Dah!)

Eu sou meio ostra, disso vocês já sabem, eu não escondo e tá tudo bem. Mas quem eu amo, eu amo e, acima de tudo: 1) apelido e 2) trato por nomes carinhosos e delicados como “canalha”, “vaca”, “rapariga” e outras delicadezas. Creia: se eu te chamo pelo teu nome de batismo e, em momentos de muito amor, não te xingo, ou eu não gosto de você ou a gente não se conhece minimamente bem.

Entre os que eu amo e conheço, tem, por exemplo, os amigos:

Eterno Roomate, também conhecido como Xuxu, Xuxuzis, Zuzuzeeeinho, Lêmure, Babydi Bobydi Boo, entre outros; a Vezinha (embora não moremos sequer no mesmo bairro há alguns anos); a Dona Lia (porque ela é chique e circunspecta); a Jêives, aka Tatu Bolinha ou Mon Amour; o Eticuzinho, cujo apelido inclui até música e performance; os GuiLerme; a Galcilene Maryah e a Capanheira; a e-Beth (com língua entre os dentes no th); tem a Guguete e a Balletions (porque se as pessoas têm apelidos que não fui eu que inventei, eu apelido os apelidos); o Pesques e a DjuDju; tem a Rulita; o Dieguito; o Honey Pie; o Denso; A Farias; A Walter, aka Herr Tabax e o Papi Gonçalito…

Na família, tem A Irmã; os primos Jurubeba Lions of the North, Priminho, Momó, CaioVascaínoPerdedor, Naty, Mamá, Tiago-Felipe e Felipe-Tiago, Homem Musgo e Menino Carequinha… A Lady Di e o MC (aka Babbo). O Loirinho, Cobra ou Ovelha, aka Ética Protestante…

No trabalho/cinema/Academia tem o Mega Orientator Arlindator Tabajara; a Santa eu, Santa tu, Santaella; tem a Fraulein Feldwoman! (com exclamação e tudo) e o Clever Eduardo; o Valentino ou Cara Valente; Múcio, Micheeeel, Roger This, Cara Coordenadora e o Homem Rústico, na fiRma; os alunos Desmond, Antônio-Gustavo e Gustavo-Antônio, Kalua-Kaluã, Skater Boy…

Tem o Gerrylicious e o Adam Kleiton & Kledir;

Tem os cachorros TwoBeers, Coralina, o Perninha e, claro, o Gordinho (porque o nome do meu cachorro é Yoda e só eu o chamo de Gordinho, Gordo, Senhor Gordo, Criatura Gorda, Cachorrinho, Pequena Pessoa Gorda, entre mil outras coisas)…

E deve ter mais. Estes são apenas os que eu uso quase todo dia…

E eu também sou Xuxu, Babydi, Vezinha, Tatu, Gomezzz, miss Games, Pesques, Prófi, Irmã, Perquena, Preta…

Ok, isto foi divertido 🙂

Meme (que, na minha época, era o DJ do Lulu)

fevereiro 27, 2008

Ok, mandaram, eu faz (mas me recuso a ser sucinta!):

Pior momento:
Não tive grandes perdas ainda na vida, ainda. A coisa mais parecida com pior momento foi o comecinho do Longo e Tenebroso Verão e mesmo assim…

Arrependimento:
Não lembro de ter nenhum digno de nota.

Algo que aprendi:
Time is on my side, yes it is.

Música que mais ouvi:
Ahm… putz, tantas… Feijoada Completa, Almanaque, O Último Romance, Beautiful Day, Creep, Get your Rocks Off, In this home on ice…

Filme que adorei assistir:
Hahaha… faz-me rir… Para citar só os últimos: Paranoid Park, There will Be Blood, No Country for Old Men, High Noon, All that Jazz, O Céu de Suely, Paris Texas…

Promessa para 2008:
Terminar a tese
Defender a tese
Descobrir se há vida após a tese
Entrar na natação
Voltar para a yoga
Ir a Paris, Atenas e Barcelona, não necessariamente nesta ordem.

Mas não passo adiante, não, que eu tenho preguiça 😛

Um dia após o outro

fevereiro 27, 2008

Ok: 23h. O Método Múcio manda parar. De fato, temo que se agora, depois do dia inteiro diante de textos e escrita, eu tentar escrever mais, vou acabar sem conseguir dormir, a cabeça não parando de jeito nenhum. Hoje eu produzi e, se continuar na espiral ascendente que parece me acometer, menino, é capaz d’eu ter mesmo que vestir a camisa da ponte-preta de são januário!…

Mas, sabe, acho que escrevo devagar. Vai esquentando, no final o pensamento tá uma Ferrari, mas até lá… dá voltas e voltas e voltas. Escrevo, reescrevo, leio, releio, reescrevo, repenso, embaralho tudo, levanto, vou fazer outra coisa, me frustro, me desespero, me acalmo, releio, reescrevo… Quem disse que o trabalho intelectual, criativo não é assim mentiu. Pelo menos pra mim. É essencialmente não-linear e, pior, a escrita tem o seu tempo… Não adianta forçar a barra. Também não dá pra ficar sentado em posição de lótus esperando a inspiração, mas, pelo menos no meu caso, eu já entendi que o entendimento vem aos poucos, dando voltinhas, faz-que-vai-não-vai…

E uma coisa que fique aqui nos autos do processo: esta pesquisa foi incrivelmente solitária. Diálogo praticamente zero, em parte por minha própria inabilidade, reconheço sem culpa. O melhor diálogo que tive, aliás, foi comigo mesma, através dos meus alunos, daquilo que precisei depurar em mim mesma para dizer para eles e que me obrigou a clarear as idéias. De resto, muito pouco, quase nada… Aprendizado: no pós-doc eu quero ir parar num lugar onde as pessoas estejam de fato estudando algo parecido, onde eu não precise descobrir o caminho das pedras totalmente sozinha…

(Isto é uma crítica parcial ao meu orientador? Talvez. Eu o entendo, ele sempre deixou clara sua metologia de orientação: vai aí, qualquer coisa, grita. Sempre que gritei, ajudou e com muita paciência e carinho e, claro, sabedoria. Mas às vezes, justamente, a gente não sabe nem o que gritar…)

Oh, well, tá vendo como eu preciso ir dormir???

Menos é mais, um movimento social

fevereiro 26, 2008

Acho que a Cobra tem razão: a gente tem que mandar a Brastemp, a Comgás e todos os seus parceiros terceirizados irem tomar en el culo, chamar o instalador de fogão aqui da esquina, dar cento e cinquenta conto na mão do cara e instalar a porra desse fogão do jeitinho que o anterior estava, ponto de energia e gás atrás e phodam-se todos.

Nesta josta deste país, tentar fazer as coisas “direito” é garantia de emputecimento e de ter que molhar a mão de alguém mais cedo ou mais tarde.

E a PUC não quer aceitar “fogão” como causa justa para pedido de prorrogação ;P

(…)

Tema de hoje: padrão de consumo em SP. Se alguém mais aí tem a desconfortável sensação de que, nesta cidade (no Brasil inteiro, mas particularmente aqui) ou você tem um carrão novo, um apartamentão, filhos com roupas de marca estudando numa escola que custa mais de mil relau por mês, ou você é um fracassado, por favor, levanta a mão.

Olha, eu quero ganhar (bem) mais do que ganho hoje, mas estou começando a desconfiar da seguinte questão em relação a esse delirante padrão de consumo: é uma ilusão. E também estou começando a ficar chateada com as pessoas ao meu redor que compraram esse bilhete sem volta para a terra do “ter uma LandRover é o único caminho para a felicidade” ou “arte, pensamento, inteligência e ética, que nada, eu quero a minha parte em calças Diesel”. Entendam: não é só em SP, mas, dada a escala da cidade, tudo aqui dói mais intensamente.

Proponho a fundação do movimento “Menos é mais!” Ou pelo menos de uma comunidade no Orkut, que tal??? 😉

O Método Múcio

fevereiro 25, 2008

Atendendo a pedidos, eis aqui o “Método Múcio para a Escritura de Trabalhos Acadêmicos”. O método consiste em dicas eficientes para você escrever em um, dois meses aquilo que deveria ter escrito em um ano.

1.0 – Do nome d’O Método
O nome do método vem de seu autor, o professor “Múcio”, que, na verdade, chama-se Lúcio (não vamos citar sobrenome porque é contra a política desta empresa), colega gentes fina pra caramba, fofo da fofolândia e muito mais experiente do que eu em termos de vivência acadêmica. Em recente pesquisa na fiRma, veio a seguinte fala de um aluno pesquisado: “o professor ‘Múcio’ é muito legal…” Nós, colegas, lemos a perquisa e ficamos nos perguntando: “who the foock is Múcio???” Eis que a anta que transcreveu a pesquisa entendeu “Lúcio” como “Múcio” e o negócio se sacramentou.

Pois bem, justamente no dia em que Lúcio sacramentou-se entre nós como Múcio, me vem ele, compadecido de meu sofrimento e desesperança, dar dicas fundamentais para minha impossível empreitada. E assim eu batizei o método de Método Múcio e pretendo publicar a cartilha online.

2.0 – D’O Método

O Método Múcio é simples. Aplicado à minha situação (e já acrescido de alguns detalhes operacionais), ele é mais ou menos assim:

2.1 – uma vez sabendo o tema do capítulo, empilhe/espalhe ao alcance da mão a bibliografia sobre o assunto e apenas ela;
2.2 – (re)leia um artigo, capítulo, trecho inspiracional; quando der o “clique”, sente no computador e comece a escrever;
2.3 – escreva, escreva, escreva e escreva. Não se censura, vá escrevendo, tentando encadear as idéias, citando o que for importante (que, se você for como eu, já estará ou grifado ou copiado num outro arquivo esperando pelo copy-e-paste), mas escreva. Quando cansar, pare um pouquinho, descanse um pouquinho, volte, escreva mais um pouco até a exaustão mental (o que, segundo o Múcio, deve ser mais ou menos umas 8 horas do dia);
2.4 – salve, faça backup (eu mando para alguns e-mails e copio no pen drive) e vá descansar. É importante salvar versões numeradas (capI_01; capI_02 ou capI_fev25; capI_fev26 etc);
2.5 – não vire a noite, não acorde tarde. Se você virar a noite, vai acordar cansado, tarde e ficar mais culpado (isto se aplica a pessoas que precisam cumprir horários comerciais alguns dias da semana, tipo eu);
2.6 – acorde cedo, tome um bom café, leia o jornal ou faça o que for bom para começar o seu dia de forma feliz e satisfatória;
2.7 – abra a última versão do arquivo, salve como um novo (capI_03), (re)leia o que escreveu e recomece de 2.1 até conquistar a América, Europa e mais dois continentes a sua escolha.

3.0 – Da originalidade e utilidade d’O Método

Como se vê, o Método Múcio não é uma coisa absolutamente inédia. Sua grande utilidade está, justamente, em colocar em passos aquilo que o bom senso (ou um bom orientador, o que vier primeiro) já deve ter lhe dito. Ou não. O fato é que, uma vez executado, o Método Múcio dá resultados surpreendentes.

Então, cantemos em côro: Viva O Método Múcio!!! 😀

PS: o Método Múcio prevê que, em determinados momentos, a pessoa vai surtar, como eu estou surtando agora. Nessas horas é bom sair, dar uma espairecida. Eu, por exemplo, neste exato momento, vou comprar pão. Se tivesse mais tempo, chutaria o balde hoje, porque, definitivamente, tô puta da vida…

A saga do fogão continua

fevereiro 25, 2008

Alguém recomenda um bom encanador para fazer a extensão da tubulação de gás? PELO AMOR DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTINHO???

Eu juro, estou muito perto de sentar e chorar e pensar em adotar o vegetarianismo cru como modo de vida.

Oscar discursator generator

fevereiro 25, 2008

Hihihi… eu não resisto!

Wow. Oh boy. I wasn’t going to prepare a speech, but my astrologist told me I’d jinx myself if I didn’t. So, thanks, Ubanda! [Pause. Inhale deeply. Nod to Jack Nicholson.] I’d like to thank the Academy. I’d like to thank the fantastic, beautiful, experienced actors I was nominated with. Just to be included in a group with you all is an honor. I’d like to thank my manager, Amos, my agent, Kevin, my stylist, and all the immensely talented people at Lionsgate, Harvey Weinstein, Stephany, and my schrank.

I’d also like to thank my parents, who supported me through being ugly through childhood. And Marty Scorsese, my one … true … love [gaze into audience]. Last, but certainly not least, we all just lost Mel Brooks, a truly unforgetable visionary and unique soul. [Begin tearing.] I’d like us to take a moment to … No! God damn it! Don’t start playing that music, I have 69 more people to go! My editor Thelma Schoonmaker, my accountant Delubio Soares, my lawyer Eros Grau, and my personal assistant Gerry Butler, Josh at Iansã Pictures. Brad Grey. When we started this project, CPI da Tapioca was something no one wanted to talk about. Victims of corruption and corporative credid cards, this is for you! Thank …

[Music swells.]

(Eu JURO que, entre um post e outro, escrevi mais duas páginas de tese. JURO!!!)

Ainda o homenzinho doirado

fevereiro 25, 2008

Ok, agora realmente acordada. Ó, ‘xeu explicar: o Oscar é a apoteose suprema da cafonice americana. Dah, isso é tipo óbvio. O deste ano, então, pós-greve dos roteiristas, ficou incrivelmente com cara de Modernismo do Colégio Batista (aliás, a piada do meu ídolo, John Stewart, sobre “binóculos no cinema” ou “pesadelos nos filmes” foi gênio. Gênio!)

Isto posto, eu o assisto até o final desde mais ou menos… 1982? Ok, em 82 eu devo ter visto alguns pedacinhos do começo, apenas, na esperança de que E.T. ganhasse alguma coisa (e ganhou: trilha, som, efeitos sonoros e efeitos visuais — a famosa bicicleta voadora com a lua cheia ao fundo!), mas o grande vencedor foi mesmo Gandhi, que eu obriguei a mamãe a me deixar ir ver com ela, embora ela dissesse que não era filme pra criança, mas, pô, o Ben Kingsley tava super comentado, gente! E fui e vi tudinho!

Mas, enfim, voltando às cerimônias. É uma tradição e que, por anos, foi compartilharda com A Criatura, o que elevou a experiência a outro patamar. Porque, quando você se acostuma a ver o Oscar com uma pessoa de cueca, sentada no chão da sala com pizza e a revista SET Especial do Oscar, com tudo bem marcadinho (quem ele queria que ganhasse e quem ele achava que ia ganhar), ticando prêmio por prêmio, diante de uma gambiarra para podermos não ouvir a Rubewalda… Ah, gente… NADA, nem a festa pós-Oscar da Vanity Fair se compara, certo?

A gambiarra era assim: a tv panasonic — que pegava cabo, mas não tinha sap — em cima da mesa, sintonizada na TNT; a tv do Xuxuzinho — que tinha sap, mas não pegava o cabo — embaixo, sintonizada no SBT em sap. E a gente sentado no chão e/ou sofá e/ou rede (deitado, não, porque deitado dorme!) comentando as marmotas, o discursos, as piadas, as roupas, as justiças e injustiças.

Memorável foi quando o Scorsese perdeu o Oscar para a dupla Eastwood/Million Dollar Baby e eu quase quebrei a casa às duas da manhã… (eu preciso justificar minha fama de descompensada emocionalmente, né?).

Mas voltando ao de ontem, melhores piadas da noite:

– John Stewart em sua incursão pela política no ‘discurso de abertura’: “mas, realmente, todos podemos concordar que é uma coisa inédita ter um negro e uma mulher concorrendo à presidência da República. Normalmente, quando você tem um negro ou uma mulher na presidência, é porque um meteoro está prestes a atingir o planeta!” — gênio!!!

– Quando do Oscar de montagem (tediosamente dado ao Ultimato Bourne — desde a década de 90 boa parte dos Oscar de montagem parece se basear na quantidade de cortes por minuto…): “ok, someone just took the lead on their Oscar poll based on a guess!” — hehehehe

– Georgie Bochechudinho My Coclaiton Clooney apresentando os 80 anos de Oscar: “todos eles têm uma única coisa em comum… são longos!” 😀

Ai, ai… Vocês vêem… eu si divirto com tão pouco… 😉