Archive for maio \30\UTC 2008

Biophony

maio 30, 2008

Louco!  Matéria da Wired sobre os efeitos da poluição sonora humana na natureza (e na comunicação entre os bechinhos!). Yet another reason for your creeps to shut up!!! (Aliás, hoje, mêda: será que vai haver o pagode da madrugada? A comunidade da Pompéia no Orkut tá bombando, tentando resolver o mistério — para poder atuar nele). 

In Kino veritas

maio 29, 2008

Finalmenteeeeeeeeee!!! Adivinha qual vai ser meu programa de amanhã à tarde, hein, hein, hein? 

 

Irreversível

maio 28, 2008

Laerte, Piratas do Tietê, Folha de hoje

 

Ouvinte Repórter

maio 26, 2008

Depois de mais de dois anos pegando o rumo da Marginal, sentido Interlagos, eu finalmente consegui o que sempre quis: entrar ao vivo na Rádio Eldorado como Ouvinte Repórter!!! 😀

“- Bom dia, Renata.

– Bom dia, Caio. Estou na Marginal Pinheiros, sentido Interlagos, e um ônibus quebrado mais ou menos ali na altura do Extra está ocasionando a lentidão do trânsito até mais ou menos a Ponte Estaiada. Só que depois o trânsito começa a fluir magicamente, como eu nunca vi (risos)!”

– Ah, então vamos falar baixinho, para o Monstro do Trânsito não ouvir… Bom dia e obrigada, Renata”.

Aí eu não sei mais o que falei. Eu só ria — nervooooosa! 😛

A pessoa sabe que está se metarmofoseando num paulistano quando virar Ouvinte Reporter é o highlight de seu dia!… 😛

 

Sexo e a cidade

maio 25, 2008

Depoimento da Flavinha Marreiro: “Eu tentei ser figurante de “Sex and the City”, na Bolha de hoje. A-do-rei (e é tãããão a cara dela!)

 

3h30

maio 25, 2008

(Com sono e puta da vida, eis o que desejo para os responsáveis pela PUTARIA que está acontecendo em algum lugar da Pompéia: morte lenta e dolorosa.)

Pela segunda noite consecutiva, a Cobra e eu somos acordados por um negócio que parece um show ao vivo muito, mas muito alto. Um forró ou algo do gênero. Longe o suficiente para não conseguirmos identificar de onde vem, perto o suficiente para nos acordar pela segunda noite seguida, às 3h30 da manhã (ontem, só parou às 5h30).

A minha dúvida atroz é: como CARALHOS existe um negócio assim??? É um show ao vivo, um fuzuê dos infernos que COMEÇA no meio da madrugada e continua até as 5h30 da manhã!!! E NINGUÉM FAZ NADA! Não dá prá gente ligar para a polícia ou para o PSIU, pois não sabemos onde é. Eu, ainda um ser lógico e otimista (pelo menos se comparado à Cobra, que já fez aquilo que eu estou batizando de “O Discurso do Apocalipse”), pensava assim: “bom, se nós aqui estamos ouvindo, quem está do lado já chamou a polícia”. Ledo engano, aparentemente…

Como não conseguia dormir — são 4h21 da manhã agora — resolvi tentar pesquisar algo na internet (já que não adianta ligar para ninguém) e, bem, se estamos loucos, temos pelo menos amigos: numa das comunidades do bairro, no Orkut, também tem gente sendo acordada pelo barulho e se perguntando de onde vem.

Olhe, é a terceira vez que somos acordados por esse barulho. A primeira eu atribuí à Virada Cultural. Se essa putaria se repetir, eu vou pegar meu carro e vou rodar por este bairro até descobrir de onde vem essa merda. Cometo um atentado, mas não deixo isso barato.

 

maio 24, 2008

Of elephants and capivaras

maio 23, 2008

Um amigo, que anda passando assim por uns aguneios existenciais, disse que se sentia como se houvesse um elefante sentado sobre seu peito. Eu respondi: “olha, um elefante não, mas eu também sinto como se tivesse.. sei lá, uma capivara sentada sobre o meu!” 😀

Tive o mais bizarro dos sonhos: eu, o Zuzuzeinho e a Vezinha* íamos ao BNH visitar os novos moradores do solar. Só que em vez de ir lá, tocar o interfone e dizer, “olá, dona Fulana, a gente veio tomar aquele café”, a gente entrava no prédio e no apartamento como se fosse ainda nosso! Ia abrindo a porta e a véia quase enfartando e a gente dizendo com a cara mais lisa do mundo: “ô, dona Zuleica (???), a gente não perdeu o costume, foi mal aê”. E isso acontecia umas outras três vezes durante o sonho: a gente entrava no apartamento, eu virava pro Zuzuzeinho e dizia, “mansh, a gente não mora mais aqui!!!” Quando ia sair, chegava a dona e levava um susto. E a gente: “mal aê”. Pra completar, ela mostrava as reformas no solar: nosso banheiro de granito havia ganho o “upgrade” de lajotas de cerâmica marrons, daquelas beeeeem medonhas. 

* Na verdade, a gente ia levar a Vezinha para fazer um “procedimento”, depois dela engravidar de um atendente do Pomar Hortifruti, hahahahaha! E a clínica era no BNH! — Adooooro meus sonhos! 

Demorou até eu começar a suspeitar que o Espaço Unibanco do Bourbon não vai abrir até a bagunça do Habite-se se resolver… Oh, gente honesta complica a nossa vida…

Honey Pie, meu candeeiro lá em NYC, me iluminou hoje. Ah, usamigo… E eu ando tão distante dos meus… Mas, enfim, matutando aqui esses dias, sobretudo pela conversa com ele, sacramento a conclusão de que, realmente, esse ambiente acadêmico aqui da PUC foi em parte responsável pela minha perda de tesão na academia… Não é para culpar nada ou ninguém pelos meus fracassos, quasi-fracassos ou o que for. Mas, realmente, quando ouço as nuvidade de Honey Pie, percebo como este nosso cenário aqui tá deturpado… Esse negócio de fazer o doutorado dando duzentas horas de aula… Tá errado, tá tudo errado. Mas, enfim, se resta de consolo, hoje estou mais empolgadinha com a tésica.

 

Ah, meu Fluzão…

maio 22, 2008

Contei procês que, ontem, eu era Fluminense desde criancinha? 😀

Ei, ei: alguém já foi checar se o Chico não enfartou? 

(Pudgy Cheeks, did you watch the gameS? Thought sooo much about you!… I miss ya, pudgy pudgy gringo!)

Barriga

maio 21, 2008

Ê barriga infeliz ao quadrado a da Globo News ontem, viu? O póbi do povo brasileiro — o paulistano ainda mais — já traumatizado com a chuva de aviões e os cabra ainda “inventam” mais uma?… Pela mãe do guarda… Eu estava na padaria tomando um café na hora e vi, junto comigo, todo mundo parar incrédulo. Se já não bastasse ter sido difícil engolir duas quedas de avião em 1 ano, outra ainda??? E ainda por cima num apartamento! Outro?!? Mas mico mesmo foi ver a GNews depois dando cobertura ao vivo ao tal incêndio, como se fosse o caso de acompanhá-lo em detalhes…

Ai, ai…