Archive for the ‘games’ Category

Reviewing

junho 2, 2009

E finalmente chegaram os comentários dos peer-reviewers do meu abstract para a Digra ’09 (deviam ter chegado ontem, mas uma falha no sistema fez com que apenas a má notícia da declinação tivesse vindo). Hmmm… o revisor # 1 disse coisas interessantes, o #2 um pouco menos… E eu agora estou convicta de duas coisas: 1) inscrever abstract (em detrimento de um artigo completo) é uma roubada; 2) eu preciso divulgar melhor o meu trabalho (= em inglês).

A convicção 1 se deve ao fato de os comentários do revisor #1 levantarem perguntas que, no artigo final, estariam bem respondidas. A convicção 2 se deve ao fato de o revisor #1 questionar um conceito que eu proponho com exclusividade — a utilização do conceito de Umwelt para analisar a construção de sentido nos games de personagem* — que estava na dissertação, na tese e em TODOS os artigos que escrevi, mas que, percebo, se é que é conhecida, só é conhecida no Brasil e olhe lá. E aí, dói um pouco no coração, pois eu gosto muito dessa minha proposta, aliás, ela foi muito louvada na Digra ’05, mas como eu sou uma poesquisadora que escreve/publica sobretudo em português, isso acaba não contando muito. Acho que não estou sabendo referenciar melhor meus abstracts, de modo a dar o caminho das pedras previamente feito (ou, como já apresentei esse conceito há 4 anos, tomei como fato dado que fosse uma abordagem conhecida. BIG mistake)… 

De todo modo, os comentários dos reviewers foram bastante úteis para meu próprio aprendizado (e, o que é interessante, ambos sugeriam melhorias, mas de forma alguma vetavam a aceitação, então deve ter sido um sistema de pontuação). Fico bem mais feliz, embora ainda ache que, no cômputo geral, meu artigo final seria melhor do que pelo metade do que vai chegar lá. Os caras têm um cacote de artigo “revisão bibliográfica” (você não pode falar de nada se não referenciar tooooda a pesquisa feita sobre o assunto, conquanto menos importante ela seja e eu sou brasileira e semioticista, i.e., afeita à prosa ensaística…). Mas tudo bem. What doesn’t kill me makes me stronger. 

* Ou seja, eu tinha alguma razão, quando dizia que era falta de intimidade com semiótica, ou o revisor #1 saberia do que estou falando.

De grátis

janeiro 15, 2008

Se é que algum dos leitores se interessa, eis aqui uma dica boa:

O livro Trigger Happy, de Steven Poole, para download de grátis no site do elemento. Dica de nossa querida Renata, uma das três deste blog 🙂